segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Cães perigosos ainda sem treinadores certificados

Há seis meses que a lei exige que o treino seja feito por treinadores certificados, mas o Governo ainda não fez o regulamento.

Esta era uma das principais novidades da legislação contra cães perigosos ou potencialmente perigosos que tinham de passar a estar treinados por alguém registado na Direção-Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV).
O problema é que ainda não há regulamento que defina o que é um treinador certificado.
Questionada pela TSF, a DGAV justifica-se e diz que os regulamentos sobre esta matéria são «extremamente complexos» pois interferem diretamente com a segurança, razão que levou os responsáveis a pedir «os contributos de peritos e das forças policiais». O processo está em fase de avaliação jurídica e até que se conclua ninguém é obrigado a ter o cão com este tipo de treinos.
Entretanto, as associações que trabalham com cães têm sido contactadas por donos preocupados porque sabem que a nova lei passou a exigir um treinador certificado. É isso que tem acontecido no Rottweiler Clube de Portugal e na Associação de Treinadores Amadores e Amigos do Cão.
Cláudio Nogueira conta que tem explicado aos donos que esta parte da leipois falta a regulamentação da DGAV. O treino com treinadores certificados foi uma das principais novidades da nova lei contra cães potencialmente perigosos.

Nuno Guedes
 

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Ter cães em casa pode oferecer proteção contra a asma

A exposição regular a cães na infância pode prevenir o risco de desenvolvimento de alergias e ajudar a reduzir a asma.










De acordo com uma investigação de cientistas da Universidade da Califórnia–São Francisco e da Universidade do Michigan, que utilizou ratos de laboratório, quando expostos a pó de casas em que habitavam cães, o microbioma gastrointestinal destes ratos alterou-se. Os cientistas observaram uma redução da reatividade do sistema imunitário a alergénicos comuns nos ratos expostos a pó de casas com cães.
A resposta inflamatória nos pulmões, normalmente associada à asma, foi também significativamente reduzida nestes ratos, ao contrário dos ratos expostos a pó de casas em que não habitavam cães.
De acordo com os responsáveis por este estudo, o pó das casas associadas a cães protege contra alergias e contra a asma. Susan Lynch, do Departamento de Gastroenterologia da Universidade da Califórnia – São Francisco, diz que este estudo terá aplicações no futuro e que “a manipulação do microbioma pode representar uma nova estratégia terapêutica para proteger os indivíduos de infeções pulmonares e de doenças alérgicas respiratórias”.



sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Fauna Urbana – a vida selvagem à nossa porta

Ao contrário do que muitas pessoas poderiam supor, as cidades não são domínio exclusivo dos seres humanos. Nos jardins, lagos, hortas e edifícios é possível encontrar uma miríade de seres vivos que aprendeu a tirar partido dos diferentes habitats das nossas urbes. São aves e mamíferos, mas também répteis e anfíbios cuja vizinhança muitas vezes desconhecemos mas que partilham connosco a selva urbana.

Quando há 12 000 anos atrás surgiram, no Crescente Fértil, as primeiras cidades, dificilmente os seus habitantes poderiam imaginar que milhares de anos mais tarde as suas urbes de adobe, madeira e pedra, haveriam de evoluir para gigantescas «ilhas» de tijolo, vidro, betão e aço onde vivem actualmente mais de 1500 milhões de pessoas. Talvez as cidades modernas tenham poucos encantos naturais quando comparadas com as primitivas cidades Sumérias, apesar disso também elas se converteram em redutos ecológicos importantes para inúmeras espécies de animais selvagens, a ponto destas chegarem a ser consideradas como ecossistemas completos nos quais a biodiversidade se relaciona entre si e com o meio envolvente com a mesma perfeição com que o faz nos espaços inalterados pelo Homem.
Mas o que terá levado tantas espécies animais, algumas delas raras nos seus habitats naturais, a ocupar estes ambientes artificiais criados pelo Homem, a adaptar-se a eles e a prosperar? Aparentemente, a resposta é simples: abundância de alimento, fruto dos desperdícios orgânicos dos habitantes humanos; ausência quase total de predadores e maior tolerância por parte dos seres humanos; abundância de abrigos e nichos ecológicos (ex.: casas abandonadas, ruínas, torres de igrejas, cemitérios, telhados, varandas, terraços, pátios, jardins, hortas, árvores, lagos, fontes, esgotos e todo o tipo de canalizações subterrâneas); e condições climatéricas mais acolhedoras, sobretudo em termos de temperatura, pois as cidades funcionam como «ilhas de calor» que, em média, registam temperaturas 1,5 ºC acima dos valores que se verificam fora do espaço urbano. Em certos casos, a adaptação à vida urbana foi de tal forma bem sucedida que algumas espécies de animais simplesmente deixaram de conseguir sobreviver sem a presença do Homem, como acontece, por exemplo, com os vulgares pardais-domésticos (Passer domesticus), que não sobrevivem em povoações que tenham sido abandonadas pelos residentes humanos.

Mas nem tudo são rosas para esta fauna urbana. Exposta a todo o tipo de perigos, os animais da cidade têm uma esperança média de vida relativamente curta, situação viável apenas devido a uma elevada fertilidade que permite a algumas espécies contrabalançar as pesadas perdas provocadas por factores como a poluição atmosférica; o excesso de ruído; os atropelamentos; a falta de refúgios nas edificações modernas; a escassez de vegetação; e até o elevado nível de stress a que muitas «espécies urbanas» estão sujeitas, como o comprovam estudos etológicos realizados em populações de aves urbanas, segundo os quais estes animais apresentam níveis de stress e hiperactividade comparáveis aos de um alto executivo humano.
Ao contrário do que se poderia supor, as cidades não são domínio exclusivo dos seres humanos. Nos jardins, lagos, hortas e edifícios é possível encontrar uma miríade de seres vivos que aprendeu a tirar partido dos habitats das nossas urbes.

Lisboa, uma cidade «selvagem»
Dependendo da localização e da quantidade e qualidade dos habitats disponíveis, as cidades atraem maior ou menor diversidade de animais. De todos os grupos de animais que frequentam ou habitam as nossas cidades, as aves são, claramente, o mais abundante. Mas não se pense que as aves se resumem aos pardais, às pombas, às gaivotas ou às andorinhas. Com efeito, a elevada capacidade de adaptação das aves, aliada a uma maior diversidade de espécies, converteu-as em verdadeiras estrelas da nossa fauna urbana, proporcionando às populações de muitas cidades portuguesas, nomeadamente daquelas onde abundam parques e jardins, terrenos baldios e/ou zonas ribeirinhas, a oportunidade de tomar contacto com o mundo novo da «ornitologia urbana».

Lisboa possui, talvez, a maior e mais estudada comunidade de aves urbanas do país. De acordo com Hélder Costa, ornitólogo da SPEA (Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves) e autor do livro Lisboa AVES, «nidificam actualmente em Lisboa cerca de 28 espécies, embora o número total de espécies registadas ronde as 138». Apesar deste número, poucos serão os lisboetas que conhecem verdadeiramente as suas aves. Com efeito, refere este ornitólogo, «com excepção dos pombos, das gaivotas e dos pardais, de uma forma geral, a maior parte dos lisboetas não se apercebe muito da existência de aves da cidade» o que, tendo em conta a profusão de espécies que ocupa a capital, não deixa de ser sintomático do alheamento dos habitantes humanos face aos seus vizinhos alados. Na verdade, a maioria dos lisboetas continua a desconhecer que entre os seus vizinhos se incluem espécies tão singulares como, por exemplo, os flamingos (Phoenicopterus ruber) que por vezes aparecem na zona do Parque Expo; os peneireiros (Falco tinnunculus) que nidificam desde o final da década de 90 nos respiradouros da Torre do Tombo e que frequentam algumas zonas da cidade, especialmente onde ainda subsistem terrenos baldios, parques de média dimensão ou restos de antigas quintas (zona do aeroporto, zona das Olaias, etc.); os andorinhões-pálidos (Apus pallidus), que criam em grande número nos edifícios antigos do centro histórico; as alvéolas-brancas (Motacilla alba), que se aglomeram às dezenas todas as noites nas árvores-dormitório da Praça de Espanha; os falcões-peregrinos (Falco peregrinus), que por vezes sobrevoam o parque Eduardo VII ou utilizam as pontes 25 de Abril e Vasco da Gama como poiso altaneiro; ou ainda as esquivas garças-nocturnas (Nycticorax nycticorax), que por vezes frequentam os lagos dos jardins da cidade, como acontece no Hospital D. Estefânia.
 
Manuel Nunes (texto) e Jorge Nunes (fotografia)

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Cães reduzem pressão arterial dos donos

De acordo com um estudo da Universidade de Maryland, nos Estados Unidos da América, os cães reduzem a pressão arterial dos donos.
 
 
 
O estudo envolveu 32 proprietários de animais de estimação, que usaram um dispositivo que media a pressão arterial a cada 20 minutos durante o dia. “Este é o primeiro estudo a analisar a pressão arterial sob condições normais de vida com animais presentes”, refere Erika Friedman, responsável pela pesquisa. “O estudo permitiu avaliar o impacto em tempo real dos animais nos seus donos”.
21 participantes possuíam apenas cães e os resultados demonstram que a presença de um cão reduziu significativamente a pressão arterial sistólica e a pressão arterial diastólica. “Este estudo evidencia o impacto positivo dos cães em indivíduos com hipertensão”, refere a investigadora.
Oito dos participantes possuíam apenas gatos e os resultados demonstraram que, em média, a pressão arterial diastólica era mais baixa e a pressão arterial sistólica era mais alta quando os gatos estavam presentes.
 

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Em caso de Catástrofe

Em caso de uma catástrofe ou emergência só poderá contar consigo. Além de ter um kit para manter a sua família, deve considerar criar um para o sue cão ou gato. Tal é simples. Basta ter ração para uma semana no mínimo, água igualmente para uma semana, consoante o tamanho ou peso dele, A medicação adequada caso a tome, Betadine, água oxigenada e álcool, Trela e coleira com identificação, um cobertor, um brinquedo caso ele o use, identificação e registo vacinal. No caso de gatos, uma transportadora ou saco de transporte pode ser essencial. Pode considerar que não precisa de se preocupar visto viver em Portugal, mas não estamos livres de sofrer com as alterações climáticas e é tão simples prevenir.....
 
 
 
 
 

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Junta quer saber a existência de todos os cães considerados perigosos na cidade

A Junta de Freguesia está a fazer um levantamento dos cães considerados perigosos existentes na cidade, bem como proceder à regularização das respectivas licenças que, em muitos casos, passam já dos três anos. A presidente da Junta mostra-se ainda preocupada com o número de animais abandonados na cidade e está a mover esforços no sentido de resolver uma situação que há muito preocupa os sanjoanenses.
Não se sabe ao certo o número de animais abandonados e aqueles que são considerados perigosos existentes na cidade. Para resolver este e outros assuntos, a presidente da Junta de Freguesia de S. João da Madeira irá reunir hoje, quinta-feira, com a nova subcomissária da PSP, para que juntas possam encontrar soluções para este problema, bem como para os cães abandonados e para os cães que não têm as licenças actualizadas. Quanto aos animais considerados perigosos e dos quais não existe qualquer tipo de registo na Junta de Freguesia, “vamos com a subcomissária ao Parque para que possa conhecer a situação das matilhas que lá existem e de onde surgem várias reclamações”. Helena Couto, presidente da Junta de Freguesia de S. João da Madeira, é a favor das parcerias. O registo dos cães é uma competência da Junta de Freguesia, “mas existem coisas que a junta não pode obrigar mas a PSP sim” e, por isso, “esta acção em conjunto”.


http://www.oregional.pt/pt/newspaper/3490/local/junta-quer-saber-a-existencia-de-todos-os-caes-considerados-perigosos-na-cidade.html

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Dia do animal em São João da Madeira

E como divulgado foi libertado um milhafre preto hoje à tarde no Parque do Rio Ul com a presença de uma centena de alunos da Escola dos Ribeiros.
Este milhafre jovem foi recolhido na zona de Águeda e esteve em recuperação cerca de dois meses no Parque Biológico de Gaia porque estava muito debilitado.
Foi libertado pelo Engº. Hugo Oliveira do Parque Biológico de Gaia.
A todos muito obrigado por esta experiência.
 







Dia do Animal

Celebra-se hoje, dia 4 de Outubro, o Dia do Médico Veterinário, que coincide com o Dia de S. Francisco de Assis, o Dia do Animal.
Veja este vídeo sobre “Cães na Sociedade” :

http://www.omv.pt/caes/


http://www.omv.pt/noticias/omv-lanca-video-informativo-sobre-caes-na-sociedade-no-dia-do-medico-veterinario-e-dia-do-animal-04-de-outubro

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

VACINAÇÃO ANTI RÁBICA e IDENTIFICAÇÃO ELECTRÓNICA


AVISO

 

VACINAÇÃO ANTI  RÁBICA e

 IDENTIFICAÇÃO ELECTRÓNICA

 

Em Outubro de 2013

 

Avisam-se todos os interessados, que irá decorrer a campanha de vacinação anti rábica à taxa normal (5€) e identificação electrónica (13€) na sala de vacinação localizada no Mercado Municipal (-1), nos dias e horas abaixo indicados:

 

DIA
DATA
HORÁRIO
INÍCIO
FIM
Quarta-feira
9
09H00
12H00
Quinta-feira
10
14H00
16H30
Quinta-feira
17
14H00
16H30
Sábado
19
09H00
12H00
Quinta-feira
24
14H00
16H30

 

Relembramos que é obrigatório que todos os cães nascidos após 1 de Julho de 2008 têm que estar vacinados e identificados.



Para consulta dos Editais destes serviços, é favor dirigir-se ao Gabinete da Médica Veterinária no interior do Mercado Municipal.

sábado, 24 de agosto de 2013

Sala de Vacinas de Cães e Gatos no Mercado Municipal

Informam-se todos os interessados que a Sala de Vacinas de Cães e Gatos no Mercado Municipal estará encerrada nos dias 5 e 12 de Setembro de 2013 devido a férias.
Gratos pela compreensão.

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Declaração de existências de suínos (DES) - período obrigatório de declaração - agosto 2013

No mês de agosto decorre mais um período obrigatório de Declarações de Existências de Suínos (DES), conforme Aviso PCEDA [Plano de Controlo e Erradicação da Doença de Aujeszky] da Direção-Geral de Alimentação e Veterinária, publicado neste portal.

A declaração das existências de suínos poderá ser efetuada diretamente pelo produtor na Área Reservada do portal do IFAP, ou em qualquer departamento dos Serviços de Alimentação e Veterinária Regionais [DSAVR], ou ainda nas organizações de agricultores protocoladas com o IFAP, através do Mod. 800/DGAV desmaterializado.

Para o efeito deverão ser seguidas as instruções constantes no Portal da DGAV. 
 
 
 
 
 
 
 

sábado, 20 de julho de 2013

Filme como tratar os animais

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=rPgalTYrwjA#at=174

Campanha de vacinação antirrábica e de identificação eletrónica 2013

A campanha de vacinação e de identificação eletrónica (microchip) de cães e gatos que decorre no concelho é desenvolvida e autorizada pela DGAV a nível nacional, sendo os municípios responsáveis apenas pelas sua execução, através dos seus médicos veterinários municipais.
Até esta altura apenas o Aviso de obrigatoriedade foi publicado em Diário da República, faltando ainda o Despacho que fixa os preços para o ano em curso.
Deste modo, ainda não foi possível divulgar as datas de realização da mesma.
Sala da Veterinária Municipal piso -1 do Mercado Municipal:
Horário : Quintas feiras 14H00 às 16H00.
Os preços para já são os aplicados no ano passado, a saber:
- Vacina da Raiva: 5,00€;
- Microchip: 13,00€ e colocado uma única vez;
- Boletim de vacinas: 1,00€

terça-feira, 11 de junho de 2013

Sabe o que é um cão de Serviço?

O Cão de Serviço é um Cão individualmente instruído para auxiliar pessoas com incapacidades motoras.
Cão de Serviço é uma categoria de Cão de Assistência. Segundo a IADDP, um Cão de Assistência é um cão individualmente educado para realizar tarefas que aumentem a autonomia e a funcionalidade da pessoa com deficiência (IAADP, 2001).
Existem várias categorias de cães de assistência:
•Cão-guia: auxilia pessoas com deficiência visual;
•Cão de alerta: avisa pessoas, por exemplo com epilepsia, da proximidade de ocorrência de um ataque;
•Cão para surdos - indica fontes sonoras a pessoas com deficiências auditivas;
•Cão de serviço - auxilia pessoas com incapacidades motoras.A raça mais utilizada para o trabalho de cão de serviço é o Labrador Retriever pelas suas características comportamentais. É um cão atento, com grande capacidade de aprendizagem, basicamente sem características agressivas, com baixa sensibilidade táctil e muito alegre, interactivo, simpático e visualmente atraente.
Em Oliveira de Azeméis, na Quinta do Côvo, Sebastião Castro Lemos ensina cães de assistência e cães para surdos, para a Associação Ânimas da qual faz parte da direcção e é o coordenador dos instrutores. Os cães vão dar um grau de autonomia muito maior a quem os utiliza.
Há mais dois instrutores um em Braga e outro em Vila Real.
Esta Associação tem sobretudo 2 Programas:
*Programa AAA's
Trata-se de uma intervenção sem objectivos específicos que pode ocorrer em vários ambientes, dirigida por voluntários com formação que produzirá benefícios a nível motivacional, educacional, recreativo e que não exige a medição e o registo dos resultados.
*Programa TAA's
Terapia Assistida por Animais (TAA)
Trata-se de uma intervenção com um objectivo específico que integra o animal como elemento do processo de tratamento. É dirigida por profissionais de saúde e destina-se a promover uma melhoria no funcionamento físico, social, emocional, cognitivo. O processo deve ser documentado e avaliado de forma contínua.Trata-se de uma intervenção sem objectivos específicos que pode ocorrer em vários ambientes, dirigida por voluntários com formação que produzirá benefícios a nível motivacional, educacional, recreativo e que não exige a medição e o registo dos resultados.

Sala de Vacinas encerrada

Informam-se os interessados que a sala de vacinas estará encerrada no dia 13 de Junho.
Gratos pela compreensão.

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Cidade no Jardim 2013

 
 
 
 



A Câmara Municipal de S. João da Madeira organiza  de  7  a  10  de  Junho  de  2013  o  evento
 “A  Cidade no  Jardim”,  dedicado  às  associações  e   instituições   concelhias,  a  decorrer  no 

Jardim Municipal.
 
Neste evento estarão representadas todas as  colectividades, associações e  instituições  sediadas 
 
no concelho de S. João da Madeira.
 
Mais uma vez o  Canil  Intermunicipal  e  a  Ani  S.João  estarão  presentes  com  campanha  de 
 
adoção  de cães bem como da divulgação  de  atividades,   conselhos,   debate   de   temas   como 
 
adoções,  os  maus  tratos, abandonos, cuidados de higiene e treino, etc.
 
 
Apareçam!

terça-feira, 14 de maio de 2013

Declaração de existências de apiários 2013



Decorre durante o mês de junho de 2013, mais um período obrigatório de "Declaração das Existências de Apiários", mediante o preenchimento e entrega do Mod. 490/DGV nas Direções de Serviços Regionais da Direção-Geral de Alimentação e Veterinária, nas Organizações de Apicultores protocoladas para o efeito, ou noutros locais.
Para mais informações, consulte o menu ABELHAS
 
 
Em S. João da Madeira, os senhores Apicultores podem-se  dirigir ao  gabinete da  Médica Veterinária Municipal, no Mercado Municipal às  terças  feiras  das  16H00 -  17H00 e  às quintas feiras das 14H00 - 16H00.





http://www.dgv.min-agricultura.pt/portal/page/portal/DGV/noticia/?detalhe_noticia=1767678

quinta-feira, 28 de março de 2013

5º Aniversário do Canil 27-03-2013







Visita de 14 alunos do do 1º Ciclo ATL da Santa Casa da Misericórdia de S. João da Madeira, acompanhados com as Profªs. Marta Ferreira e Sancha Castro.
Leitura duma história da autora Violante Saramago (filha de José Saramago) “O Quinas ganha uma casa”… (história alusiva ao abandono animal e posterior adoção).
Foi disponibilizado material de pintura para a ilustração por parte das crianças da história que acabaram de ouvir.
Mais uma vez foi debatido o problema do abandono, dos maus tratos, etc. Todos
os participantes da nossa festa receberam uma prendinha de Páscoa bem docinha.
Houve um lanchinho e todos passaram uma tarde diferente e divertida.
Obrigado a todos! :)

quinta-feira, 21 de março de 2013

5º Aniversário do Canil da AMTSM - 27 de Março das 14h às 17h

Mais um ano de actividade do Canil Intermunicipal da Associação de Municípios das Terras de Santa Maria e mais uma festa de aniversário! No próximo dia, 27 de Março, o CIAMTSM comemora o seu 5º aniversário! E como essa data não poderia passar despercebida convidamos todos os amigos para uma tarde de comemoração do aniversário do canil…Apareçam!