terça-feira, 11 de junho de 2013

Sala de Vacinas encerrada

Informam-se os interessados que a sala de vacinas estará encerrada no dia 13 de Junho.
Gratos pela compreensão.

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Cidade no Jardim 2013

 
 
 
 



A Câmara Municipal de S. João da Madeira organiza  de  7  a  10  de  Junho  de  2013  o  evento
 “A  Cidade no  Jardim”,  dedicado  às  associações  e   instituições   concelhias,  a  decorrer  no 

Jardim Municipal.
 
Neste evento estarão representadas todas as  colectividades, associações e  instituições  sediadas 
 
no concelho de S. João da Madeira.
 
Mais uma vez o  Canil  Intermunicipal  e  a  Ani  S.João  estarão  presentes  com  campanha  de 
 
adoção  de cães bem como da divulgação  de  atividades,   conselhos,   debate   de   temas   como 
 
adoções,  os  maus  tratos, abandonos, cuidados de higiene e treino, etc.
 
 
Apareçam!

terça-feira, 14 de maio de 2013

Declaração de existências de apiários 2013



Decorre durante o mês de junho de 2013, mais um período obrigatório de "Declaração das Existências de Apiários", mediante o preenchimento e entrega do Mod. 490/DGV nas Direções de Serviços Regionais da Direção-Geral de Alimentação e Veterinária, nas Organizações de Apicultores protocoladas para o efeito, ou noutros locais.
Para mais informações, consulte o menu ABELHAS
 
 
Em S. João da Madeira, os senhores Apicultores podem-se  dirigir ao  gabinete da  Médica Veterinária Municipal, no Mercado Municipal às  terças  feiras  das  16H00 -  17H00 e  às quintas feiras das 14H00 - 16H00.





http://www.dgv.min-agricultura.pt/portal/page/portal/DGV/noticia/?detalhe_noticia=1767678

quinta-feira, 28 de março de 2013

5º Aniversário do Canil 27-03-2013







Visita de 14 alunos do do 1º Ciclo ATL da Santa Casa da Misericórdia de S. João da Madeira, acompanhados com as Profªs. Marta Ferreira e Sancha Castro.
Leitura duma história da autora Violante Saramago (filha de José Saramago) “O Quinas ganha uma casa”… (história alusiva ao abandono animal e posterior adoção).
Foi disponibilizado material de pintura para a ilustração por parte das crianças da história que acabaram de ouvir.
Mais uma vez foi debatido o problema do abandono, dos maus tratos, etc. Todos
os participantes da nossa festa receberam uma prendinha de Páscoa bem docinha.
Houve um lanchinho e todos passaram uma tarde diferente e divertida.
Obrigado a todos! :)

quinta-feira, 21 de março de 2013

5º Aniversário do Canil da AMTSM - 27 de Março das 14h às 17h

Mais um ano de actividade do Canil Intermunicipal da Associação de Municípios das Terras de Santa Maria e mais uma festa de aniversário! No próximo dia, 27 de Março, o CIAMTSM comemora o seu 5º aniversário! E como essa data não poderia passar despercebida convidamos todos os amigos para uma tarde de comemoração do aniversário do canil…Apareçam!

sábado, 5 de janeiro de 2013

CÃES PERIGOSOS E POTENCIALMENTE PERIGOSOS : CONDIÇÕES DE CIRCULAÇÃO

É OBRIGATÓRIO :
  • Serem conduzidos por maiores de 16 anos
  • Usarem açaimo
  • Circularem na via pública, com trela curta , até 1 metro, fixa a coleira ou peitoral
  • Circular acompanhados ; caso circulem sozinhos, fora do controlo e guarda de um detentor, podem ser recolhido ao canil municipal
  • Quando se deslocar com o animal, deve fazer-se acompanhar da Licença de Detenção


As coimas por infração são no mínimo de 500 Euros

Não limpar dejectos pode custar 300 euros

Tem-se verificado nos últimos tempos um certo “desleixo”, por parte de alguns moradores em S. João da Madeira, relativamente à não recolha dos dejectos deixados pelos animais quando são trazidos à rua pelos seus donos. Apesar de várias chamadas de atenção e da existência de vários contentores com sacos de plástico para a sua recolha, os donos “teimam” em não dar ouvidos às reclamações. Uma situação sujeita a coimas, que vão de 30 a 300 euros, de acordo com o Regulamento de Resíduos e Limpeza Urbana de S. João da Madeira.
Trata-se de desleixo, abuso e irresponsabilidade, mesmo depois de serem chamados à atenção”. É desta forma que um morador na Rua João de Deus, em S. João da Madeira, se manifesta contra a atitude de alguns proprietários que, várias vezes ao dia, vêm trazer os seus animais de companhia à rua para as “necessidades fisiológicas” ou para um simples passeio. “Saem de casa, permitem que o animal faça ali o que tem que fazer e quem vier que pise ou esmague com os pés”. Revoltado, acrescenta: “não levam um saco para recolher os dejectos, para bem da cidade e do meio ambiente”. Manuel Oliveira diz que, por se ter incomodado com moradores da rua, “fico com a sensação de que eles ainda têm razão”. Poucos metros à frente, Luzia Neves mostrava também a sua indignação. “Vinha cá todos os dias ao correio e revoltava-me, pois via pessoas a sujarem-se e outras a dizerem que só vinham levantar os apartados ao final da tarde pois, pela manhã, era impossível”.
O certo é que verificamos que este não é caso único na cidade. Na rua 11 de Outubro, Rua Júlio Diniz, Avenida da Liberdade, Renato Araújo, os dejectos de animal são bem visíveis.
Se uns falam em falta de campanhas de sensibilização, ou de falta de sacos disponibilizados pela autarquia para o efeito, existe quem não atribua qualquer responsabilidade ao município, mas sim aos donos dos animais. “Eu também não vou pedir gel de banho ou produtos de higiene pessoal nem sacos para o lixo doméstico à câmara”. Essa é a forma mais fácil de se “fugir à nossa responsabilidade, dizendo que o problema é dos outros e não nosso”, deu conta uma comerciante na Av. Renato Araújo.
O certo é que, quem passa por várias artérias da cidade, verifica com alguma frequência dejectos de animais. “E são, na sua maioria, animais domésticos, pois há muito que não se vêm animais abandonados”, assegura.
Armando Silva passeava o seu rottweiler nas margens do Rio Ul. Questionado pela nossa reportagem relativamente a este assunto, antes de responder, mostrou-nos um saco para a recolha dos dejectos do seu animal. “A maior dificuldade não é educar os animais, mas sim os seus donos”. Confessa que várias situações o incomodam, enquanto cidadão, mas “deixei de as valorizar”. Situações que passam, segundo Armando Silva, levar os animais a passearem para parque infantil, jardins públicos, mas “cada um sabe de si”. Entende que, perante estas situações, o município não poderá fazer muita coisa, a não ser “proibir, como em muitas cidades isso acontece, a presença de animais em vários locais públicos”.
Teresa Oliveira, da Associação dos Amigos dos Animais de S. João da Madeira, refere que é importante, tanto para a saúde como para a mente do animal, passear. No entanto, não tem dúvidas de que é preciso que, durante o passeio, os donos sejam conscientes dos seus deveres e levem sacos para recolha das fezes dos seus animais. “Acho que deveriam existir coisas para este tipo de atitude, pois, se eu recolho a dos meus, não gosto nada de pisar a dos outros”. Não basta ter, na sua opinião, sacos ou contentores disponíveis na cidade, “é necessário exigir respeito por todos que aqui vivem”.
Relativamente à mensagem deixada pela associação sobre este assunto, é “para que recolham e que andem sempre com sacos nos bolsos. Os nossos voluntários, quando saem com os nossos animais, vão sempre munidos”.

20 dispensadores de sacos para recolha de dejectos

O certo é que a Câmara Municipal há muito que instalou em S. João da Madeira contentores equipados com sacos de plástico para recolha de dejectos caninos em vários locais da cidade. Existe um certo reforço deste equipamento nas zonas de maior concentração demográfica, já com o objectivo de melhorar a higiene urbana na cidade. Existem mais de 20 dispensadores de sacos para recolha de dejectos animais, vários dos quais foram reparados no início do corrente mês, depois de terem sido danificados na sequência de aptos de vandalismo.
Questionado sobre este assunto, o Município esclarece que é “fundamental a adopção por todos de comportamentos adequados, tendo em vista a defesa do ambiente e da saúde pública”. Nesse sentido, ao longo dos anos, “têm sido promovidas acções de sensibilização que alertam para as atitudes correctas a tomar e informam sobre as penalizações que estão previstas na lei e nos regulamentos municipais, que penalizam quem alimentar animais na via pública ou não depositar os dejectos caninos nos equipamentos próprios”. A autarquia alerta ainda: “situações como essas estão sujeitas a coimas, que vão de 30 a 300 euros, de acordo com o Regulamento de Resíduos e Limpeza Urbana de S. João da Madeira, com base no qual foram instaurados autos de contraordenação pelos serviços camarários em resposta a situações de incumprimento detectadas”.