sábado, 5 de janeiro de 2013

Não limpar dejectos pode custar 300 euros

Tem-se verificado nos últimos tempos um certo “desleixo”, por parte de alguns moradores em S. João da Madeira, relativamente à não recolha dos dejectos deixados pelos animais quando são trazidos à rua pelos seus donos. Apesar de várias chamadas de atenção e da existência de vários contentores com sacos de plástico para a sua recolha, os donos “teimam” em não dar ouvidos às reclamações. Uma situação sujeita a coimas, que vão de 30 a 300 euros, de acordo com o Regulamento de Resíduos e Limpeza Urbana de S. João da Madeira.
Trata-se de desleixo, abuso e irresponsabilidade, mesmo depois de serem chamados à atenção”. É desta forma que um morador na Rua João de Deus, em S. João da Madeira, se manifesta contra a atitude de alguns proprietários que, várias vezes ao dia, vêm trazer os seus animais de companhia à rua para as “necessidades fisiológicas” ou para um simples passeio. “Saem de casa, permitem que o animal faça ali o que tem que fazer e quem vier que pise ou esmague com os pés”. Revoltado, acrescenta: “não levam um saco para recolher os dejectos, para bem da cidade e do meio ambiente”. Manuel Oliveira diz que, por se ter incomodado com moradores da rua, “fico com a sensação de que eles ainda têm razão”. Poucos metros à frente, Luzia Neves mostrava também a sua indignação. “Vinha cá todos os dias ao correio e revoltava-me, pois via pessoas a sujarem-se e outras a dizerem que só vinham levantar os apartados ao final da tarde pois, pela manhã, era impossível”.
O certo é que verificamos que este não é caso único na cidade. Na rua 11 de Outubro, Rua Júlio Diniz, Avenida da Liberdade, Renato Araújo, os dejectos de animal são bem visíveis.
Se uns falam em falta de campanhas de sensibilização, ou de falta de sacos disponibilizados pela autarquia para o efeito, existe quem não atribua qualquer responsabilidade ao município, mas sim aos donos dos animais. “Eu também não vou pedir gel de banho ou produtos de higiene pessoal nem sacos para o lixo doméstico à câmara”. Essa é a forma mais fácil de se “fugir à nossa responsabilidade, dizendo que o problema é dos outros e não nosso”, deu conta uma comerciante na Av. Renato Araújo.
O certo é que, quem passa por várias artérias da cidade, verifica com alguma frequência dejectos de animais. “E são, na sua maioria, animais domésticos, pois há muito que não se vêm animais abandonados”, assegura.
Armando Silva passeava o seu rottweiler nas margens do Rio Ul. Questionado pela nossa reportagem relativamente a este assunto, antes de responder, mostrou-nos um saco para a recolha dos dejectos do seu animal. “A maior dificuldade não é educar os animais, mas sim os seus donos”. Confessa que várias situações o incomodam, enquanto cidadão, mas “deixei de as valorizar”. Situações que passam, segundo Armando Silva, levar os animais a passearem para parque infantil, jardins públicos, mas “cada um sabe de si”. Entende que, perante estas situações, o município não poderá fazer muita coisa, a não ser “proibir, como em muitas cidades isso acontece, a presença de animais em vários locais públicos”.
Teresa Oliveira, da Associação dos Amigos dos Animais de S. João da Madeira, refere que é importante, tanto para a saúde como para a mente do animal, passear. No entanto, não tem dúvidas de que é preciso que, durante o passeio, os donos sejam conscientes dos seus deveres e levem sacos para recolha das fezes dos seus animais. “Acho que deveriam existir coisas para este tipo de atitude, pois, se eu recolho a dos meus, não gosto nada de pisar a dos outros”. Não basta ter, na sua opinião, sacos ou contentores disponíveis na cidade, “é necessário exigir respeito por todos que aqui vivem”.
Relativamente à mensagem deixada pela associação sobre este assunto, é “para que recolham e que andem sempre com sacos nos bolsos. Os nossos voluntários, quando saem com os nossos animais, vão sempre munidos”.

20 dispensadores de sacos para recolha de dejectos

O certo é que a Câmara Municipal há muito que instalou em S. João da Madeira contentores equipados com sacos de plástico para recolha de dejectos caninos em vários locais da cidade. Existe um certo reforço deste equipamento nas zonas de maior concentração demográfica, já com o objectivo de melhorar a higiene urbana na cidade. Existem mais de 20 dispensadores de sacos para recolha de dejectos animais, vários dos quais foram reparados no início do corrente mês, depois de terem sido danificados na sequência de aptos de vandalismo.
Questionado sobre este assunto, o Município esclarece que é “fundamental a adopção por todos de comportamentos adequados, tendo em vista a defesa do ambiente e da saúde pública”. Nesse sentido, ao longo dos anos, “têm sido promovidas acções de sensibilização que alertam para as atitudes correctas a tomar e informam sobre as penalizações que estão previstas na lei e nos regulamentos municipais, que penalizam quem alimentar animais na via pública ou não depositar os dejectos caninos nos equipamentos próprios”. A autarquia alerta ainda: “situações como essas estão sujeitas a coimas, que vão de 30 a 300 euros, de acordo com o Regulamento de Resíduos e Limpeza Urbana de S. João da Madeira, com base no qual foram instaurados autos de contraordenação pelos serviços camarários em resposta a situações de incumprimento detectadas”.

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Declaração das Existências de Suínos (DES) - Período Obrigatório de Declaração - dezembro 2012

No próximo mês de dezembro, decorre mais um período obrigatório de "Declaração de Existências de Suínos (DES)", conforme Aviso PCEDA (Plano de Controlo e Erradicação da Doença de Aujeszky) da Direção-Geral de Alimentação e Veterinária, publicado neste portal.
O impresso destinado a registar aqueles efetivos é o
Mod.800/DGV-DES, que deverá ser entregue devidamente preenchido, assinado e datado, nos Serviços Veterinários Oficiais ou nas Associações protocoladas pelo IFAP (PA e PI), durante o mês de dezembro de 2012.

Mais se informa que decorre em paralelo com a DES de dezembro, à semelhança do que ocorreu
no período de agosto de 2012, um inquérito de Bem-estar Animal, cujo modelo e respetivas explicações e enquadramento estão disponíveis em https://intranet2.dgv.min-agricultura.pt/externo/anexode, com o intuito de monitorizar o grau de implementação do Decreto-Lei n.º 135/2003 de 28 de junho, sobre a adaptação das explorações suinícolas nacionais às exigências comunitárias em termos de BEA.

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

CUIDADOS BÁSICOS no alojamento

O local onde o animal dorme, brinca e se alimenta deve permitir uma fácil limpeza e desinfeção, a proteção das intempéries (frio e chuva) e sobretudo a tranquilidade e incomodidade da vizinhança.
A posse de animais está sempre condicionada pela existência de boas condições e ausência de riscos higio-sanitários e que num pré-dio urbano (apartamento), não é permitido ter mais de 3 cães ou 4 gatos, num total que nunca pode exceder os 4 animais! O incumprimento destas regras de convivência é punível com coimas de 50€ a 44890€.
Ter um animal amarrado um dia inteiro à uma corrente, para além dele se tornar agressivo e poder agredir as pessoas da própria casa, trata-se sobretudo de um ato cruel.
 
 
 
Os outros animais como os galináceos  e os porcos, também devem ter espaço suficiente para se moverem bem como um sistema em que a higiene e a alimentação seja de facil acesso.
Informam-se todos os interessados que dia 29 de Novembro o Gabinete de Vacinas no Mercado Municipal de S. João da Madeira estará encerrado.

Gratos pela compreensão.

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Os nossos patinhos




No Parque Urbano do Rio Ul temos uma colónia de patos de forma selvagem das espécies domésticas, que se alimentam de vegetação aquática, moluscos e pequenos invertebrados.
O pato é um dos poucos animais que anda, nada e voa com razoável competência.
É o único animal que consegue dormir com metade do cérebro e manter a outra em alerta. É dotado de perfeito senso de direção e comunidade.

São sobretudo Patos Marrecos e Patos Reais.Anas platyrhynchos - Pato Real com a sua cabeça verde e anel branco no pescoço (no caso dos machos), assim como a sua semelhança comalgumas “formas” domésticas, torna-a na espécie mais fácilmente identificável entre todas as espécies de patos. 
  
Os machos adultos têm a cabeça "verde-garrafa" e um anel branco no pescoço. O dorso e o ventre são acinzentados  e o peito é castanho escuro.O espelho alar é azul e o bico é amarelo. As fêmeas tem um padrão de plumagem, em tons de castanho, sendo semelhante a outras espécies de patos de superfície.



Porém, algumas características como o tamanho, espelho alar, ou cor do bico, podem ajudar a distinguiresta espécie das outras com alguma segurança.
Os juvenis e os adultos em eclipse apresentam algumas semelhanças com as fêmeas. São ainda fácilmente identificáveis, tanto em voo como pousados, devido às suas vocalizações, uns muito típicos quá-quá-quá. 
                                      
 Abundância e calendário
Em Portugal o pato-real é sobretudo uma espécie residente, nidificando, entre Março e Julho, de norte a sul do país, sendo porém mais abundante nas principais bacias hidrográficas portuguesas e nas barragens e açudes a sul do rio Tejo. Ocupa  praticamente todo o tipo de habitats aquáticos,desde lagoas costeiras, barragens, açudes e valas de rega até ribeiras, rios, pauis, arrozais, ETAR’s, parques urbanos, etc., preferindo essencialmente zonas de águas pouco profundas.


É um belo passeio vir ao nosso parque que conta com muitos mais animais como os  2 mochos  e os  ouriços  que  no  dia  4  de  Outubro, dia do animal



terça-feira, 9 de outubro de 2012

Aviso da Sala de vacinas de cães e gatos no Mercado Municipal

Informam-se todos os interessados que como na quinta feira, dia 11 é feriado, o dia de vacinas de cães e gatos no Mercado Municipal passa para sexta feira das 14H00 às 16H00.

Gratos pela compreensão.

Dia Mundila do Animal em S. João da Madeira

Dezenas de pessoas apareceram no Parque do Rio Ul no dia 4 de Outubro, Dia Mundial do Animal, para ver a libertação de 2 ouriços e 2 mochos que tinham sido capturados neste mesmo parque e tratados no Parque Bilológico de Gaia.
Mais uma vez foi salientado pelo Engº  Hugo Oliveira desta instituição, a grande importância da preservação da natureza e das variadissimas espécies nela existentes.




Obrigado a todos.