Informam-se todos os interessados que dia 29 de Novembro o Gabinete de Vacinas no Mercado Municipal de S. João da Madeira estará encerrado.
segunda-feira, 29 de outubro de 2012
Os nossos patinhos
No Parque Urbano do Rio Ul temos uma colónia de patos de forma selvagem das espécies domésticas, que se alimentam de vegetação aquática, moluscos e pequenos invertebrados.
O pato é um dos poucos animais que anda, nada e voa com razoável competência.
É o único animal que consegue dormir com metade do cérebro e manter a outra em alerta. É dotado de perfeito senso de direção e comunidade.
São sobretudo Patos Marrecos e Patos Reais.Anas platyrhynchos - Pato Real com a sua cabeça verde e anel branco no pescoço (no caso dos machos), assim como a sua semelhança comalgumas “formas” domésticas, torna-a na espécie mais fácilmente identificável entre todas as espécies de patos.
Os machos adultos têm a cabeça "verde-garrafa" e um anel branco no pescoço. O dorso e o ventre são acinzentados e o peito é castanho escuro.O espelho alar é azul e o bico é amarelo. As fêmeas tem um padrão de plumagem, em tons de castanho, sendo semelhante a outras espécies de patos de superfície.

Porém, algumas características como o tamanho, espelho alar, ou cor do bico, podem ajudar a distinguiresta espécie das outras com alguma segurança.
Os juvenis e os adultos em eclipse apresentam algumas semelhanças com as fêmeas. São ainda fácilmente identificáveis, tanto em voo como pousados, devido às suas vocalizações, uns muito típicos quá-quá-quá.
Abundância e calendário
Em Portugal o pato-real é sobretudo uma espécie residente, nidificando, entre Março e Julho, de norte a sul do país, sendo porém mais abundante nas principais bacias hidrográficas portuguesas e nas barragens e açudes a sul do rio Tejo. Ocupa praticamente todo o tipo de habitats aquáticos,desde lagoas costeiras, barragens, açudes e valas de rega até ribeiras, rios, pauis, arrozais, ETAR’s, parques urbanos, etc., preferindo essencialmente zonas de águas pouco profundas.
Em Portugal o pato-real é sobretudo uma espécie residente, nidificando, entre Março e Julho, de norte a sul do país, sendo porém mais abundante nas principais bacias hidrográficas portuguesas e nas barragens e açudes a sul do rio Tejo. Ocupa praticamente todo o tipo de habitats aquáticos,desde lagoas costeiras, barragens, açudes e valas de rega até ribeiras, rios, pauis, arrozais, ETAR’s, parques urbanos, etc., preferindo essencialmente zonas de águas pouco profundas.
É um belo passeio vir ao nosso parque que conta com muitos mais animais como os 2 mochos e os ouriços que no dia 4 de Outubro, dia do animal
(http://animaisnacidade.blogspot.pt/2012/10/dia-mundila-do-animal-em-s-joao-da.html ), aqui foram libertados.
terça-feira, 9 de outubro de 2012
Aviso da Sala de vacinas de cães e gatos no Mercado Municipal
Dia Mundila do Animal em S. João da Madeira
Dezenas de pessoas apareceram no Parque do Rio Ul no dia 4 de Outubro, Dia Mundial do Animal, para ver a libertação de 2 ouriços e 2 mochos que tinham sido capturados neste mesmo parque e tratados no Parque Bilológico de Gaia.
Mais uma vez foi salientado pelo Engº Hugo Oliveira desta instituição, a grande importância da preservação da natureza e das variadissimas espécies nela existentes.
terça-feira, 25 de setembro de 2012
sexta-feira, 3 de agosto de 2012
OMV lança programa para ajudar a encontrar animais perdidos
O “FindMyPet – Ponto de Encontro de Animais Perdidos” é uma plataforma online pioneira, desenvolvida pela Ordem dos Médicos Veterinários, que potencia e permite o encontro de animais perdidos – cães e gatos.
Esta plataforma, disponível na internet, providencia uma base de dados dinâmica e acessível aos profissionais médico-veterinários e ao público em geral para divulgarem na internet animais perdidos ou encontrados.
A divulgação é feita através de formulários online para preenchimento por quem perdeu ou encontrou um animal.
Após preenchimento, o programa informático realiza a busca automática das semelhanças e características dos animais perdidos/encontrados, tais como a região/zona onde o animal foi perdido/encontrado, a espécie, o sexo, a cor, peso, etc. e elabora lista de animais encontrados com possível correspondência a animais perdidos. A plataforma dispõe de uma pesquisa georreferenciada que reconhece a localização aproximada do utilizador, filtrando os resultados para um número menor de possíveis correspondências ao possível animal perdido/encontrado.
No formulário “Perdi, o que fazer?” e “Encontrei, o que fazer?”, por motivos de confidencialidade, os dados pessoais não serão do conhecimento público e serão geridos unicamente pela OMV, para contacto em caso de encontro do animal.
A OMV espera que esta ferramenta constitua, para quem perdeu ou encontrou um animal, um meio de divulgar essa situação de forma expedita e com grande abrangência através desta ferramenta online.
Pedimos a todos os Colegas que ajudem a divulgar esta plataforma, que se espera que seja uma iniciativa com repercussões a nível nacional e passe a ser utilizada como ferramenta indispensável em situações de desaparecimento.
ACEDA A “FindMyPet” AQUI
quarta-feira, 25 de julho de 2012
Período obrigatório de Declaração de existências de suínos-agosto 2012
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Decorre durante o mês de agosto de
2012 mais um período obrigatório de "Declaração de Existências de
Suínos (DES)", conforme Aviso
de 9 de julho, do Plano de Controlo e Erradicação da Doença de Aujesky
(PCEDA) da Direcção-Geral de Alimentação e Veterinária, publicado neste portal.
O impresso destinado a registar
aqueles efetivos é o Mod.800/DGV-DES, que
deverá ser entregue devidamente preenchido, assinado e datado nos Serviços Veterinários Oficiais, ou nas Associações protocoladas pelo IFAP
(Postos
SNIRA), durante o mês de Agosto de 2012, conforme instruções
de recepção e tramitação processual.
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Em paralelo com as DES de agosto 2012
e à semelhança do que ocorreu no período de abril 2012, um inquérito de Bem-Estar
Animal, cujo modelo, respetivas explicações e enquadramento estão
disponíveis em https://intranet2.dgv.min-agricultura.pt/externo/anexode,
com o intuito de monitorizar o grau de implementação do Decreto-Lei
n.º 135/2003 de 28 de junho, sobre a adaptação das explorações suinícolas
nacionais às exigências comunitárias em termos de BEA
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