Os cisnes mudaram de local......estão na zona da ponte para nidificar .
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quinta-feira, 2 de março de 2017
sexta-feira, 30 de setembro de 2016
terça-feira, 15 de dezembro de 2015
Projeto Cisnes do Parque do Rio Ul
No âmbito do Projeto Educativo Municipal, a Engª. Vera Neves do Departamento de Ambiente e Planeamento e a Médica Veterinária Vera Belo Marques, ambas da Câmara Municipal de São João da Madeira, visitaram no dia 9 de Dezembro de 2015 a EB1 dos Ribeiros e no dia 14 de Dezembro a EB1 de Carquejido para uma conversa com estes alunos.
quinta-feira, 8 de outubro de 2015
DIA MUNDIAL DO ANIMAL EM SÃO JOÃO DA MADEIRA
Por motivo do mau tempo, foi adiado para dia 16 de Outubro pelas 15h30 na Casa da Natureza do Parque do Rio Ul.
Este ano o animal que será devolvido à natureza é um Falcão-abelheiro que se encontra no Centro de Recuperação do Parque Biológico de Gaia, não é uma espécie comum neste centro mas as razões por este acolhimento foram muito fortes, uma vez que este apresentava ferimentos provocados por tiro, eletrocussão e cativeiro ilegal.Apareçam :)
segunda-feira, 17 de agosto de 2015
Os Cisnes
O cisne-branco (Cygnus olor) é uma espécie de cisne nativa da Eurásia. É uma ave não migratória, mas foi introduzida na América do Norte e noutras regiões como animal ornamental de jardins. Pertence à família Anatidae, à qual também pertencem os patos e gansos.
No seu conjunto, formam o género Cygnus, sendo caracterizados pelo longo pescoço e por patas curtas. A sua distribuição geográfica é diversificada, sendo os cisnes do hemisfério norte brancos, enquanto que os do hemisfério sul apresentam plumagem por vezes colorida. Os cisnes formam casais monogâmicos e constroem ninhos onde chocam entre 3 a 8 ovos. Se a nidificação falha, é comum os membros do casal de cisne procurarem outro parceiro, que as vezes pode ser do mesmo sexo e tomando o ninho das próprias fêmeas e assim continuando a cuidar do ovo.
No seu conjunto, formam o género Cygnus, sendo caracterizados pelo longo pescoço e por patas curtas. A sua distribuição geográfica é diversificada, sendo os cisnes do hemisfério norte brancos, enquanto que os do hemisfério sul apresentam plumagem por vezes colorida. Os cisnes formam casais monogâmicos e constroem ninhos onde chocam entre 3 a 8 ovos. Se a nidificação falha, é comum os membros do casal de cisne procurarem outro parceiro, que as vezes pode ser do mesmo sexo e tomando o ninho das próprias fêmeas e assim continuando a cuidar do ovo.
Outros nomes: Mute Swan (Inglês)
Distribuição geográfica: São aves nativas do Centro e Norte da Europa, incluíndo o Reino Unido. Foram introduzidas nos Estados Unidos onde se reproduzem em liberdade.cativeiro chegaram a muitos jardins e lagos artificiais como ave ornamental, pelo que se tornaram muito populares um pouco por todo o mundo.
Alimentação:
Vegetação aquática, pequenos anfíbios. insectos e peixes.

Quando adultos, o cisne-branco tem em média entre 125 a 170 cm de altura, com uma longa extensão de asas que variam de 200 a 240 cm. Eles podem repousar até 1.2 m de altura em terra. Os machos são maiores do que as fêmeas.
O cisne-branco é uma das aves que voam mais pesadas, sendo que o macho tem um peso médio de cerca de 12 kg e as fêmeas mais de 8 kg. A maioria das espécies de Cygnus olor é semelhante ao Cygnus cygnus, porém tem bico amarelo e preto, e ausência de um pescoço curvado, é maior e mais pesada, e não tem a característica projeção acima do bico. Ambos também emitem sons diferentes.
Aves jovem, chamada cygnets, não são brancos e brilhantes como os adultos, bem como a seu bico é preto, e não laranja. A cor da faixa estabelece branco puro para um amarelo-claro a cor cinzenta. A cor branca dos cygnets têm um gene leucistic, visto com mais frequência nos estados norte-centrais dos Estados Unidos e na Polônia.
Após a formação do casal, a ave não se separa mais do companheiro. O acasalamento ocorre na água: o macho e a fêmea nadam juntos e mergulham a cabeça e o pescoço na água por várias vezes seguidas. Depois, de frente um para o outro, esticam o peito e abrem as asas, chegando quase a flutuar fora d’água. Têm uma postura por ano.
De porte elegante e movimentos graciosos, o cisne é uma das mais lindas espécies para ornamentação de ambientes ao ar livre, como jardins e parques públicos e espaços em propriedades privadas. Além disso, como é uma ave fácil de lidar, graças a sua rusticidade, a criação apresenta baixo custo.
Embora não seja tão dócil quanto outras aves aquáticas, sobretudo quando se sente ameaçado e durante a época de reprodução, o cisne não exige muitos cuidados.
Esperança de vida:
Em liberdade cerca de 20 anos
Em cativeiro podem ultrapassar os 30 anos.
Estatuto de conservação:
Pouco Preocupante
Fotos : Cisnes (2 machos e 2 fêmeas) do Parque do Rio Ul em S. João da Madeira
http://bicharada.net/animais/animais.php?aid=359
https://pt.wikipedia.org/wiki/Cisne-branco
https://pt.wikipedia.org/wiki/Cisne
http://revistagloborural.globo.com/vida-na-fazenda/como-criar/noticia/2013/12/como-criar-cisne.html
sábado, 28 de março de 2015
Os nossos cisnes
https://www.youtube.com/watch?v=15L_fwT578M&feature=youtu.be
No passado domingo, dia 22 de Março, foram libertados 3 cisnes, 2 machos e uma fêmea no Parque Urbano do Rio-Ul.
Foi um momento bem agradável com a participação de muitos munícipes.
Na terça feira mais uma fêmea foi juntar-se ao grupo.
Venham visitar os cisnes e também os patinhos.
sexta-feira, 21 de novembro de 2014
Licenças de Canideos na Junta de Freguesia de S. João da Madeira
Centro de Canídeos
Regulamento e taxas
A licença e a sua renovação anual, que passa a poder ser obtida em qualquer época do ano, conforme preconizado na Portaria 421/2004 de 24 de Abril só é emitida mediante a apresentação dos seguintes documentos:
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Tabelas de preços de licenciamento
Registo Inicial
| |
| Categoria A – Cão de companhia |
1,75 €
|
| Categoria B – Cão c/ fins económicos (onde se inclui o cão de guarda e o cão de pastor) |
1,75 €
|
| Categoria C – Cão para fins militares |
1,75 €
|
| Categoria D – Cão para investigação científica |
1,75 €
|
| Categoria E – Cão de caça |
1,75 €
|
| Categoria F – Cão de guia |
1,75 €
|
| Categoria G – Cão potencialmente perigoso |
1,75 €
|
| Categoria H – Cão perigoso |
1,75 €
|
| Categoria I – Gato |
1,75 €
|
Licença Cão |
Imposto Selo
|
Total
| |
Cat. B
|
3,50 €
|
0,00€
|
3,50 €
|
Cat. E
|
7,00€
|
0,00€
|
7,00€
|
Cat. A
|
10,50€
|
0,00€
|
10,50€
|
Cat. G
|
10,50€
|
0,00€
|
10,50€
|
Cat. H
|
10,50€
|
0,00€
|
10,50€
|
Cat. I
|
10,50€
|
0,00€
|
10,50€
|
Licença Cadela Não Esterilizada |
Imposto Selo
|
Total
| |
Cat. B
|
4,20€
|
0,85€
|
5,05€
|
Cat. E
|
8,40€
|
1,70€
|
10,10€
|
Cat. A
|
12,60€
|
2,50€
|
15,10€
|
Cat. G
|
12,60€
|
2,50€
|
15,10€
|
Cat. H
|
12,60€
|
2,50€
|
15,10€
|
Cat. I
|
12,60€
|
2,50€
|
15,10€
|
No caso dos cães perigosos e potencialmente perigosos, para a emissão da licença e suas renovações, os detentores devem, além dos documentos acima referidos, apresentar os que para o efeito forem exigidos por lei especial (Artigo 3º do Decreto Lei 321/2003), nomeadamente:
- Termo de responsabilidade em conformidade com o anexo ao Decreto Lei 312/2003.
- Registo criminal do qual resulte não ter sido o detentor condenado, por sentença transitada em julgado, por crime contra a vida ou integridade física, quando praticados a título de dolo.
- Documento que certifique a formalização de um seguro de responsabilidade civil, nos termos dos critério definidos na Portaria 585/2004 de 29 de Maio.
As coimas decorrentes da não identificação, registo e licenciamento dos animais podem atingir montantes significativos que poderão ir dos 25 aos 3740 Euros, de acordo com o Decreto Lei 314/2003 de 17 de Dezembro.
Cães Perigosos ou Potencialmente Perigosos:- Cão de fila brasileiro
- Dogue argentino
- Pit bull terrier
- Rottweiller
- Staffordshire terrier americano
- Staffordshire bull terrier
- Tosa inu
quinta-feira, 9 de outubro de 2014
Alimentação de animais na rua pode colocar em risco a saúde pública
Os serviços veterinários do Município de S. João da Madeira alertam que a deposição de restos de comida caseira na rua para alimentar cães, gatos e pombos representa risco para a saúde pública e segurança na cidade.
Esses restos de comida constituem um foco de atração de ratos que podem transmitir doenças aos humanos. Por outro lado, os cães que vivem na rua, tendo alimento à disposição na via pública, têm tendência a organizar-se em matilhas que podem atacar pessoas. Os pombos são uma praga urbana, já que são transmissores de várias doenças, como a ornitose, salmonelose, toxoplasmose, listeriose, meningite criptococócica, e dermatite (pulgas, piolhos e ácaros), entre outras.
O incumprimento das normas de Higiene, limpeza e salubridade das vias e outros lugares públicos e, em particular, o ato de alimentar animais na rua sujeita os infratores a coimas que vão de €30,00 a € 300,00 (Regulamento Municipal de Resíduos Sólidos Urbanos e Limpeza Urbana).
segunda-feira, 29 de setembro de 2014
4 de Outubro - Dia Mundial do Animal
Tal como nos anos anteriores vamos devolver mais um animal à natureza desta vez um Mocho Galego no Dia 3 de Outubro pelas 17H00m no Parque Rio Ul.
terça-feira, 23 de setembro de 2014
Identificação eletrónica
Os Cães são obrigados a estarem identificados entre os 3 e
os 6 meses de idade se pertencerem a um destes
grupos:
b. Cães utilizados em ato venatório
(cães de caça);
c. Cães de exposição, concursos ou
provas funcionais - utilizados em fins comerciais ou
lucrativos; colocados em estabelecimentos de venda, locais de criação ou
feiras; usados em publicidade ou fins similares;
d. Terem nascido após 01 de julho de
2008.
A
Identificação só pode ser realizada por um médico veterinário, e consiste na
aplicação subcutânea de um microchip no centro da face lateral esquerda do
pescoço. O microchip contém um circuito eletrónico integrado com um código
numérico único passível de leitura ótica.
Após
a identificação, o médico veterinário preenche uma ficha de registo, em
triplicado ou quadruplicado, e coloca uma etiqueta com o código de barras e
respectivo número de identificação no Boletim Sanitário ou Passaporte Animal, e
em cada uma das vias da ficha de registo.
O original e duplicado são entregues ao detentor, o triplicado fica na posse do médico veterinário identificador, e o quadruplicado, existindo, é enviado à Junta de Freguesia correspondente à área de residência do detentor.
O original e duplicado são entregues ao detentor, o triplicado fica na posse do médico veterinário identificador, e o quadruplicado, existindo, é enviado à Junta de Freguesia correspondente à área de residência do detentor.
Após a
identificação eletrónica, o detentor tem 30 dias
para efetuar o registo na Junta de Freguesia da área da sua residência,
mediante a apresentação do Boletim Sanitário/Passaporte e entrega do duplicado
da ficha de registo
O ato de registo feito pela Junta de Freguesia, consiste na introdução na base de dados nacional SICAFE dos elementos de identificação do animal e do detentor que constam na ficha de registo, bem como outros campos previstos na base de dados.
Após o registo, o detentor pode
pedir um comprovativo da introdução dos dados no
SICAFE.
O não cumprimento da
obrigação da identificação eletrónica pode incorrer numa
contraordenação.
A obrigação da identificação
eletrónica dos gatos ainda não se encontra regulamentada, não sendo ainda uma
exigência legal, exceto nos animais que transitem para o espaço comunitário ou
para um país terceiro, se este o exigir.
Porém, se o animal estiver identificado, o detentor deverá ir à Junta pedir o seu registo no SICAFE.
Porém, se o animal estiver identificado, o detentor deverá ir à Junta pedir o seu registo no SICAFE.
Qualquer outra
informação poderá contactar o SICAFE.
http://www.dgv.min-agricultura.pt/portal/page/portal/DGV/genericos?generico=191160&cboui=191160
http://www.dgv.min-agricultura.pt/portal/page/portal/DGV/genericos?generico=191160&cboui=191160
quinta-feira, 18 de setembro de 2014
Animais de companhia Licenciamento de cães e gatos
A mera detenção posse e circulação de um canídeo,
carece de licença sujeita a renovação anual, que é emitida pela Junta
de Freguesia da área da residência do detentor, aquando do registo do
animal.
O Licenciamento deve ser efetuado entre os 3 e os 6 meses da idade do animal.
A Licença e a sua renovação anual só são emitidas mediante a apresentação dos seguintes documentos:
http://www.dgv.min-agricultura.pt/portal/page/portal/DGV/genericos?generico=191434&cboui=191434
O Licenciamento deve ser efetuado entre os 3 e os 6 meses da idade do animal.
A Licença e a sua renovação anual só são emitidas mediante a apresentação dos seguintes documentos:
- Boletim Sanitário do Cão ou Passaporte para Animal de
Companhia, com comprovativo do ato de profilaxia médica
declarado obrigatório para esse ano, comprovado pela respetiva vinheta
oficial ou um atestado de isenção do ato de profilaxia médica emitido pelo
médico veterinário
- Prova da Identificação Eletrónica quando seja obrigatória, por apresentação do original e duplicado da
ficha de registo passada pelo médico veterinário. O duplicado da ficha de
registo ficará na Junta de Freguesia.
- Exibição da Carta de Caçador atualizada, para os Cães de Caça.
- Declaração dos bens a guardar, para os Cães de Guarda.
- Documentação acessória [ver mais] no caso dos cães potencialmente perigosos [ver quais são] e
perigosos [ver quem são]
O não cumprimento da obrigação do licenciamento pode
incorrer numa contra-ordenação.
O licenciamento não é obrigatório para os gatos, mas no caso de haver obrigação de identificação eletrónica, é necessário proceder ao registo do animal na Junta de Freguesia da área de residência do detentor.
O licenciamento não é obrigatório para os gatos, mas no caso de haver obrigação de identificação eletrónica, é necessário proceder ao registo do animal na Junta de Freguesia da área de residência do detentor.
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segunda-feira, 9 de junho de 2014
Cuidados a ter com o seu cão num apartamento
Possuir um cão de estimação é um sonho de muitas famílias. No entanto, para quem mora num apartamento isto é um desafio.
Antes de decidir que raça de cachorro mais adequada, algumas características devem ser levadas em consideração, como o tamanho do animal e se ele não faz muito barulho. Além disso, cães que vivem em espaços pequenos requerem cuidados especiais para desfrutar de uma boa qualidade de vida.
Algumas regras podem facilitar esta relação :
1º Escolha do animal : os gatos, como é de se esperar, adaptam-se melhor aos espaços pequenos. Mas precisam de atenção, cuidados com higiene e um local para tomar sol. Cães de porte grande e que geralmente são cheios de energia e são difíceis de se adaptar. Eles também precisam de tempo para o banho de sol e, claro, passear e correr.
1º Escolha do animal : os gatos, como é de se esperar, adaptam-se melhor aos espaços pequenos. Mas precisam de atenção, cuidados com higiene e um local para tomar sol. Cães de porte grande e que geralmente são cheios de energia e são difíceis de se adaptar. Eles também precisam de tempo para o banho de sol e, claro, passear e correr.
2º Local para as necessidades : varanda, casa de banho, marquise, etc.;
3º Local para dormir : para não transmitirem doenças as caminhas devem ser limpas periodicamente. Não se esqueça de desparasitantes internos e externos e dar banho de quinze em quinze dias ou menos. Nos apartamentos além do latir há outro barulho que pode ser evitado como o barulho das patinhas e, para isso, é preciso cortar as unhas.
4º Convívio com outros cães : os cachorros precisam sair do apartamento para ter contato com outros ambientes, outros cheiros e outros cães. Esses estímulos são essenciais para eles serem saudáveis no corpo e na mente.
5º Stress : os animais que vivem em apartamentos são mais suscetíveis ao stress. Por se sentirem presos naquele espaço e sozinhos, eles podem apresentar certos distúrbios:
- A imunidade pode baixar e causar doenças;
- O pet pode desenvolver comportamentos destrutivos: comer objetos e roupas, por exemplo;
- Em certos casos podem apresentar depressão e hábitos autodestrutivos: lambedura de patas e redução de apetite.
6º Exercício : O ideal é passear diariamente e estimular o animal a praticar exercícios físicos. Correr, nadar, brincar…. Além de evitarem o stress e do sedentarismo, ele vai apresentar uma aparência mais saudável e um comportamento mais ativo. A falta de espaço e/ou estímulo tornam os animais sedentários, o que pode contribuir para obesidade e doenças originárias do sobrepeso como distúrbios cardiovasculares.
5º Stress : os animais que vivem em apartamentos são mais suscetíveis ao stress. Por se sentirem presos naquele espaço e sozinhos, eles podem apresentar certos distúrbios:
- A imunidade pode baixar e causar doenças;
- O pet pode desenvolver comportamentos destrutivos: comer objetos e roupas, por exemplo;
- Em certos casos podem apresentar depressão e hábitos autodestrutivos: lambedura de patas e redução de apetite.
6º Exercício : O ideal é passear diariamente e estimular o animal a praticar exercícios físicos. Correr, nadar, brincar…. Além de evitarem o stress e do sedentarismo, ele vai apresentar uma aparência mais saudável e um comportamento mais ativo. A falta de espaço e/ou estímulo tornam os animais sedentários, o que pode contribuir para obesidade e doenças originárias do sobrepeso como distúrbios cardiovasculares.
quinta-feira, 8 de maio de 2014
Cães encontrados mortos foram envenenados com raticida
Relatório da necropsia disponível para download no final do artigo
A análise do Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária (INIAV) ao cadáver de um dos animais encontrados mortos em S. João da Madeira revelou que este foi vítima de envenenamento por raticida. De acordo com a informação do presidente da câmara na última reunião do executivo, o cão terá ingerido uma refeição de frango envenenada, o que indicia intenção criminosa.
O caso foi exposto na presença de alguns elementos da Ani São João e de outros ligados a movimentos cívicos de apoio aos animais presentes na reunião desta terça-feira. Teresa Oliveira, presidente da associação, lamentou ter-lhe sido recusada a cedência de um dos cadáveres para contra-análise e alertou para outros casos de animais mortos na cidade, como cerca de 30 gatos encontrados durante o último mês. “Talvez fosse bom que o município tivesse em consideração o que se está a passar”, apelou.
Ricardo Figueiredo condenou o ato criminoso e garantiu a atenção do município e da PSP a estas situações. Apelou ainda à formação de um movimento de sensibilização da opinião pública.
O vereador do PS, Luís Miguel Ferreira, avisou que a sensibilização “não chega” e insistiu na apresentação de uma queixa-crime contra desconhecidos. “É preciso levar isto até às últimas consequências”, afirmou.
Os argumentos não convenceram uma das defensoras dos animais presente na sala, que denunciou o “papel minoritário dos animais na cidade”. “É primordial apurar os responsáveis”, pediu Bruna Mendes, para quem aquilo que aconteceu aos animais “podia ter acontecido a uma criança”.
A jovem lamentou ainda que S. João da Madeira não possua canil próprio, afirmação rebatida pelo presidente da câmara com a existência do intermunicipal de Ossela, onde um quarto dos animais são Bruna Mendes lembrou que a capacidade do canil intermunicipal - 100 animais - já excedeu “há imenso tempo”.
Em comunicado, a câmara informa que “está a diligenciar junto das entidades competentes no sentido da instauração de processo criminal contra incertos, com o objetivo de apurar os responsáveis por estes atos chocantes que merecem o mais absoluto repúdio e condenação”.
Por: Anabela S. Carvalho
Nota : O Canil Intermunicipal da Associação de Municípios de Terras de Santa Maria tem capacidade para 280 animais.
http://canilintermunicipaldaamtsm.blogspot.pt/
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